Meu Canto de Amor a Jequié

Pacífico Ribeiro passou uns dias adoentado, porém já está melhor, e acaba de receber a 3ª edição de seu “O MEU CANTO DE AMOR A JEQUIÉ”, publicada com seus próprios recursos. Segundo Araguaci, sua esposa, trata-se, possivelmente, do mais belo livro de poesias que já se publicou no Brasil, em todos os tempos. Pois isto se percebe logo pela sua capa, totalmente dourada, numa alusão ao Sol de Jequié. Seus sonetos, perfeitamente metrificados, obedecem aos rigores do metro antigo, mas escritos em linguagem puramente realista, descritiva e bucólica, tornando-se quase uma autobiografia de seu autor e também da Jequié que ele, incansavelmente, exalta. No livro, além de constar a sua opnião sobre aqueles que ele considera “OS DEZ MAIORES BENFEITORES DE JEQUIÉ”, ainda transcreve, a relação completa dos quadros, a óleo, da “Coleção Pacífico Ribeiro” sobre Jequié, que você bem conhece, contendo, nele, também, trechos de mais de 40 manifestações de intelectuais, principalmente de Jequié, dentre as quais você e Cotrim se encontram citados, inclusive em sonetos a ambos dedicados, bem assim, a vários outros amigos, entre os vivos e os que já se foram.
P.S. A tonalidade dourada da capa do livro fora adquirida através de uma tinta alemã, feita com partículas de ouro, a título de curiosidade.

Moga Neto se recupera

O confrade Moga Neto – Moisés Elpydio de Almeida Neto – nosso grande companheiro da cadeira 36 que está se recuperando de um acidente, mantém sua mente fértil produzindo belas criações. Em visita que lhe fiz recentemente, me mostrou um texto que traduz a falta que sente de uma companhia muito importante a qual transcrevo a seguir:

Imitação

de Moga Neto

O Deus de Abraão, de Isaac, de Jacó e de Moysés, há muito se retirou para o sétimo céu, sua morada eterna. Contudo nos deixou o maior dom que um Deus poderia nos presentear: o amor.

A humanidade ainda não se extinguiu porque em meio milhão de seres humanos, alguns ainda têm amor para dar e outros para recebe-lo. Mas em último caso, se os homens ainda não entenderam este sentimento, imitem e aprendam com os cães…

À Shara, que enquanto viveu, reservou para mim um cantinho no seu coração canino.