31 – Álvaro Veiga

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Álvaro Veiga

Cadeira 31
Acadêmico Fundador: Álvaro Ricardo de Mello Gouveia Veiga
Patrono: Alcides Ferreira da Silva

Biografia do Acadêmico Fundador

Data de nascimento: 15 de março de 1944
Naturalidade: Jaguaquara, Bahia
Profissão: Professor, Jornalista e Escritor

Nasceu em 15 de março de 1944, na cidade de Jaguaquara, estado da Bahia, filho de Álvaro Dias Veiga e Leila de Mello Gouveia Veiga. Desde cedo revelou pendores para música, pintura e poesia. Funcionário aposentado do Banco do Brasil S.A. Professor, escritor, poeta e jornalista. Como professor ensinou no Instituto de Educação Régis Pacheco, no Centro Educacional Ministro Spínola, na Escola de Jornalismo Antonio Amaral. Mantém, nesta Cidade, uma escola onde se dedica há trinta anos ao ensino particular de Português, e, com tal finalidade, já publicou diversos livros didáticos. Atualmente, concluiu o livro Tesouro da Língua Portuguesa, obra que reúne toda a gramática normativa, além de desenvolver redação, literatura brasileira, literatura portuguesa, teoria da comunicação e interpretação de textos. Segundo o filósofo Napoleão Mendes de Almeida, trata-se de trabalho que se impõe nos meios literários. Tesouro da Língua Portuguesa – Gramática, Redação, Comunicação, Interpretação e Literatura Luso-Brasileira (no prelo), Uma Estrela Para o Céu (co-autor), Cantos e Versos (no prelo), Redação e Gramática (no prelo). Participou da coletânea: Cem Anos de Poesia e Prosa, da Academia de Letras de Jequié, edição organizada por Dermival Rios.

Bibliografia
Contato

Endereço: Rua Coronel Urbano Gondim, 150, Jequié – BA
Telefone:73 3525 3294
Email: alvaromello@terra.com.br

Biografia do Patrono: Alcides Ferreira da Silva

Ainda sem foto!

Alcides Ferreira da Silva nasceu em 16 de janeiro de 1908, na cidade de Boaçu, e faleceu em 11 de dezembro de 1987, em Jequié. Iniciou a profissão agropecuária em pequenas propriedades rurais, onde criava algumas cabeça de gado bovino. Com o decorrer dos tempos, e muito trabalho e dedicação, ampliou seus negócios, tornando-se um dos grandes fazendeiro da região. Embora não tenha enveredado pelos caminhos literários, sempre apreciou a natureza, respeitando e preservando-a, fruindo-lhe da beleza através dos versos escritos no livro da vida. Seu coração altruísta era conhecido de todos, e por confiar muito no semelhante, várias foram as vezes que honrou compromissos bancários na condição de avalista, diante da inadimplência do principal coobrigado, o que concorreu para dilapidar-lhe uma parte do patrimônio, com sacrifício para a família. Suas portas sempre estiveram abertas para os necessitados. O trabalho árduo do dia-a-dia era o seu cajado. Deixou exemplo de altivez e decoro. Fez parte de nossa história e aqui chegou em tempos remotos. Seu nome é digno de figurar ao lado de tantos outros que ajudaram a edificar esta grande cidade que é hoje Jequié.

Atualizado em março/2009