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	<title>Comentários sobre Academia de Letras de Jequié</title>
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	<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 12:12:45 +0000</pubDate>
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		<title>Comentário para Resultado do Prêmio Waly Salomão por Fernanda Cupolillo Miana de Faria</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2006/12/15/resultado-do-premio-waly-salomao-2/#comment-38</link>
		<dc:creator>Fernanda Cupolillo Miana de Faria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 01:33:21 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados, gostaria de saber sobre a antologia que iria ser feita a partir do prêmio Wally Salõmão. Há algum tipo de previsão para a confecção do mesmo? Grata.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados, gostaria de saber sobre a antologia que iria ser feita a partir do prêmio Wally Salõmão. Há algum tipo de previsão para a confecção do mesmo? Grata.</p>
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		<title>Comentário para ALJ perde o poeta João Pithon por Ely José Bagdêde Pithon</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2008/07/08/alj-perde-o-poeta-joao-pithon/#comment-33</link>
		<dc:creator>Ely José Bagdêde Pithon</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 21:00:44 +0000</pubDate>
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		<description>Como flho do grande homem e poeta João Pithon, fico muito honrado por esta homenagem, por sinal, justíssima, haja vista ter dedicado longos anos da sua hloriosa vida a fazer poemas, e transportá-los através de livros que publicou. De parabéns a ALJ que teve como membro um homem digno e um excelente pai de família, atencioso e atento com o dia-a-dia dos filhos. Para ele, pouco importava a idade dos seus meninos, afinal eram todos ainda mimados pelo grande pai e poeta. Fique com Deus, meu pai, como costumava dizer: O homem das nossas vidas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como flho do grande homem e poeta João Pithon, fico muito honrado por esta homenagem, por sinal, justíssima, haja vista ter dedicado longos anos da sua hloriosa vida a fazer poemas, e transportá-los através de livros que publicou. De parabéns a ALJ que teve como membro um homem digno e um excelente pai de família, atencioso e atento com o dia-a-dia dos filhos. Para ele, pouco importava a idade dos seus meninos, afinal eram todos ainda mimados pelo grande pai e poeta. Fique com Deus, meu pai, como costumava dizer: O homem das nossas vidas!</p>
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	<item>
		<title>Comentário para ALJ perde o poeta João Pithon por Joylson Filho</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2008/07/08/alj-perde-o-poeta-joao-pithon/#comment-32</link>
		<dc:creator>Joylson Filho</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 20:38:01 +0000</pubDate>
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		<description>João Miranda Pithon, o indulgente, não guardava magoa e não demorava há indultar, não era inepto, faleceu nos braços de sua “morena faceira” (como gostava de chamar D.Cadige Pithon, sua esposa), inervado pelos anjos de Deus para subir aos céus, onde se fazem presentes grandes poetas e, que o diga meu vovô que agora está entre Mario Quitana, William Shakespeare, Fernando Pessoa, entre outros. Mas meu vovô continuará ibidem, sim, nos corações de todos aqueles que tiveram o magnífico e conspícuo prazer de conviver ao lado desse sábio, que tanto lutou e falou por essa academia de letras, que promove a cultura. Jamais será repelido de nossas memórias o explanado poeta João Miranda Pithon. Aqui deixo explícito todos os agradecimentos da esposa do poeta D.Cadige Pithon (minha vovó) e de todos os familiares. 

Joylson Filho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Miranda Pithon, o indulgente, não guardava magoa e não demorava há indultar, não era inepto, faleceu nos braços de sua “morena faceira” (como gostava de chamar D.Cadige Pithon, sua esposa), inervado pelos anjos de Deus para subir aos céus, onde se fazem presentes grandes poetas e, que o diga meu vovô que agora está entre Mario Quitana, William Shakespeare, Fernando Pessoa, entre outros. Mas meu vovô continuará ibidem, sim, nos corações de todos aqueles que tiveram o magnífico e conspícuo prazer de conviver ao lado desse sábio, que tanto lutou e falou por essa academia de letras, que promove a cultura. Jamais será repelido de nossas memórias o explanado poeta João Miranda Pithon. Aqui deixo explícito todos os agradecimentos da esposa do poeta D.Cadige Pithon (minha vovó) e de todos os familiares. </p>
<p>Joylson Filho</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário para Livros por José Carreira</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2006/02/13/livros/#comment-25</link>
		<dc:creator>José Carreira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 18:25:07 +0000</pubDate>
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		<description>"Oh! Bendito o que semeia ......." 
Que imenso poema, de apenas seis versos!
Vale a pena ter vivido uma vida, não de vinte e quatro anos, mas de quatro vezes vinte e quatro, só para escrever este poema.
"e manda o povo pensar..." Quem é que quer que o povo pense? 
- Não os políticos, que do alto dos palanques começam por declamar frases feitas, passam para as verdades que há milênios todo o mundo conhece, para as quais pedem palmas e, a partir daí, proferem as maiores besteiras, na certeza de que sempre vão ser aplaudidos pelo povo, semi-consciente, que não consegue mais pensar, mas apenas aplaudir.
- Não os sindicalistas, que empoleirados em carros munidos de altofantes ensurdecedores, berram e mandam repetir "palavras de ordem" que ninguém sabe o que significam ou o que com elas se pretende, além de impedir que os pobres trabalhadores, manipulados, possam pensar que a greve proposta prejudica o povo que a sofre e os próprios frabalhadores que fazem .... sem pensar.
- Não os pregadores religiosos, que através de frases extraídas de livros maravilhosos, alienam os ouvintes, que eles conduzem à abstração de um mundo que já não existe, em vez de os mandar pensar (como faria Castro Alves) que palavras desses livros maravilhosos são sempre atuais e foram escritas para o povo de ontem, de hoje e de amanhã.
Castro Alves mandou que o povo lesse livros, para não ser impedido de pensar.Um grande Homem, esse Jovem que nos deixou tão cedo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Oh! Bendito o que semeia &#8230;&#8230;.&#8221;<br />
Que imenso poema, de apenas seis versos!<br />
Vale a pena ter vivido uma vida, não de vinte e quatro anos, mas de quatro vezes vinte e quatro, só para escrever este poema.<br />
&#8220;e manda o povo pensar&#8230;&#8221; Quem é que quer que o povo pense?<br />
- Não os políticos, que do alto dos palanques começam por declamar frases feitas, passam para as verdades que há milênios todo o mundo conhece, para as quais pedem palmas e, a partir daí, proferem as maiores besteiras, na certeza de que sempre vão ser aplaudidos pelo povo, semi-consciente, que não consegue mais pensar, mas apenas aplaudir.<br />
- Não os sindicalistas, que empoleirados em carros munidos de altofantes ensurdecedores, berram e mandam repetir &#8220;palavras de ordem&#8221; que ninguém sabe o que significam ou o que com elas se pretende, além de impedir que os pobres trabalhadores, manipulados, possam pensar que a greve proposta prejudica o povo que a sofre e os próprios frabalhadores que fazem &#8230;. sem pensar.<br />
- Não os pregadores religiosos, que através de frases extraídas de livros maravilhosos, alienam os ouvintes, que eles conduzem à abstração de um mundo que já não existe, em vez de os mandar pensar (como faria Castro Alves) que palavras desses livros maravilhosos são sempre atuais e foram escritas para o povo de ontem, de hoje e de amanhã.<br />
Castro Alves mandou que o povo lesse livros, para não ser impedido de pensar.Um grande Homem, esse Jovem que nos deixou tão cedo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Arrecadando Livros por Roberto Santos Lima</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2006/11/09/arrecadando-livros/#comment-24</link>
		<dc:creator>Roberto Santos Lima</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 20:42:10 +0000</pubDate>
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		<description>Recentemente lancei o meu primeiro de poemas "Saudades e Estesias", e gostaria de doar alguns exemplares do mesmo para essa academia.
Moro no distrito de Itaquarai-Brumado-BA. O meu telefone de contato é:(0xx77) 3458-3000 - TP- ao lado do meu local de trabalho. Peça para me chamar, caso me ligue.
Muito obrigado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente lancei o meu primeiro de poemas &#8220;Saudades e Estesias&#8221;, e gostaria de doar alguns exemplares do mesmo para essa academia.<br />
Moro no distrito de Itaquarai-Brumado-BA. O meu telefone de contato é:(0xx77) 3458-3000 - TP- ao lado do meu local de trabalho. Peça para me chamar, caso me ligue.<br />
Muito obrigado!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Arrecadando Livros por José Eduardo Simões</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2006/11/09/arrecadando-livros/#comment-17</link>
		<dc:creator>José Eduardo Simões</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 10:35:12 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de confirmar o endereço para envio de livros como forma de contribuição para a formação da Biblioteca de vocês.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de confirmar o endereço para envio de livros como forma de contribuição para a formação da Biblioteca de vocês.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Aniversário de Luís Cotrim. Uma rosa vermelha para você. por denise bottmann</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2007/10/19/aniversario-de-luis-cotrim-uma-rosa-vermelha-para-voce/#comment-16</link>
		<dc:creator>denise bottmann</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 17:56:09 +0000</pubDate>
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		<description>À Academia de Letras de Jequié e seus eminentes acadêmicos:

Escrevemos para lhes expor um problema e solicitar algum eventual apoio de sua parte.

Talvez os srs. tenham tomado conhecimento pela imprensa de um certo início de movimentação entre tradutores contra a apropriação indébita de traduções clássicas, feitas por intelectuais já falecidos, de grandes obras da literatura universal. 

Sucintamente, trata-se do seguinte:
Um levantamento inicial mostra que mais ou menos 30 obras da grande literatura universal, que haviam sido publicadas na coleção da Abril Cultural, foram reeditadas pela editora Nova Cultural com a substituição dos nomes dos tradutores originais, aparecendo em lugar deles ou nomes de fantasia ou nomes verdadeiros. Essa quantidade de obras corresponde a mais de 60% dos títulos da coleção Obras-Primas da editora Nova Cultural, e destarte parece indicar que não se trata de casos isolados, e sim de uma prática deliberada e sistemática adotada pela referida editora. 

O que parece se configurar, portanto, é que a editora de maior visibilidade no país (que muitas pessoas ainda associam à Editora Abril e à extinta Abril Cultural) se apoderou de um patrimônio tradutório do país (pois nossa formação cultural, num país que depende tremendamente do acervo de obras traduzidas para o português, se constrói também e maciçamente sobre essa atividade) e, por razões ignoradas, mas com certeza escusas e que não vêm agora ao caso, eliminou, suprimiu, enterrou e está contribuindo ativamente para que se oblitere a contribuição desses intelectuais portugueses e brasileiros para a constituição de um acervo das grandes obras mundiais traduzidas para o vernáculo. Assim temos que Oscar Mendes, Octavio Mendes Cajado, Mario Quintana, Ligia Junqueira, Hernâni Donato, Silvio Meira, Brenno Silveira, Galeão Coutinho, Porto Carreiro, João Gaspar Simões, entre outros, foram eliminados, suprimidos, excluídos, aniquilados, exterminados, dos créditos de suas respectivas traduções. Pelo andar da carruagem, dentro em breve Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meirelles, Manoel Bandeira também serão banidos dos créditos das traduções... Mesmo que isso não ocorra, de qualquer forma o sumiço já perpetrado é mais do que suficiente para despertar uma imensa indignação entre as pessoas de bem que prezam a parca tradição cultural deste país, construída tão a duras penas.

O fato é tanto mais grave porque, aqui, não são práticas avulsas, motivadas por questões financeiras, de pequenas editoras desacreditadas, como a Martin Claret, e sim partem de uma empresa de grande porte com suposta credibilidade acumulada ao longo de décadas junto ao público brasileiro, a qual certamente se aproveitou de seu prestígio junto aos leitores de boa-fé para impingir como verdade fraudes da mais descabelada grosseria.

Assim, a nosso ver, seria da máxima e mais premente importância que a referida editora devolvesse o que é de direito a quem é de direito, apresentando os devidos créditos de tradução desses grandes clássicos, restituindo a verdade e tratando de recompor esse nosso patrimônio vilipendiado.

Além de dever restituir a verdade, num gesto de decência básica e fundamental, uma atitude pública da Nova Cultural, retratando-se de sua conduta, certamente ajudaria a coibir a continuidade dessa prática inominável e permitiria que a história e a memória da tradução literária neste país deixassem de ser tão brutalmente adulteradas.

Foi por isso que decidimos nos dirigir aos srs., pois temos a certeza de que estarão entre os primeiros a defender nosso patrimônio intelectual e o direito do leitor brasileiro e da sociedade em geral em ter um acesso livre, transparente e de boa qualidade à cultura universal.

Solicitamos seu apoio para obstar essa nefanda devastação em curso e contamos com sua divulgação de nosso protesto entre todos os meios, entidades e instituições culturais que estiverem ao seu alcance. Aproveitamos a oportunidade para convidá-los a visitar nosso blog, onde estão divulgadas essas notícias, e onde há um abaixo-assinado para adesão: http://assinado-tradutores.blogspot.com

Atenciosamente,
Denise Bottmann
dbottmann@uol.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>À Academia de Letras de Jequié e seus eminentes acadêmicos:</p>
<p>Escrevemos para lhes expor um problema e solicitar algum eventual apoio de sua parte.</p>
<p>Talvez os srs. tenham tomado conhecimento pela imprensa de um certo início de movimentação entre tradutores contra a apropriação indébita de traduções clássicas, feitas por intelectuais já falecidos, de grandes obras da literatura universal. </p>
<p>Sucintamente, trata-se do seguinte:<br />
Um levantamento inicial mostra que mais ou menos 30 obras da grande literatura universal, que haviam sido publicadas na coleção da Abril Cultural, foram reeditadas pela editora Nova Cultural com a substituição dos nomes dos tradutores originais, aparecendo em lugar deles ou nomes de fantasia ou nomes verdadeiros. Essa quantidade de obras corresponde a mais de 60% dos títulos da coleção Obras-Primas da editora Nova Cultural, e destarte parece indicar que não se trata de casos isolados, e sim de uma prática deliberada e sistemática adotada pela referida editora. </p>
<p>O que parece se configurar, portanto, é que a editora de maior visibilidade no país (que muitas pessoas ainda associam à Editora Abril e à extinta Abril Cultural) se apoderou de um patrimônio tradutório do país (pois nossa formação cultural, num país que depende tremendamente do acervo de obras traduzidas para o português, se constrói também e maciçamente sobre essa atividade) e, por razões ignoradas, mas com certeza escusas e que não vêm agora ao caso, eliminou, suprimiu, enterrou e está contribuindo ativamente para que se oblitere a contribuição desses intelectuais portugueses e brasileiros para a constituição de um acervo das grandes obras mundiais traduzidas para o vernáculo. Assim temos que Oscar Mendes, Octavio Mendes Cajado, Mario Quintana, Ligia Junqueira, Hernâni Donato, Silvio Meira, Brenno Silveira, Galeão Coutinho, Porto Carreiro, João Gaspar Simões, entre outros, foram eliminados, suprimidos, excluídos, aniquilados, exterminados, dos créditos de suas respectivas traduções. Pelo andar da carruagem, dentro em breve Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meirelles, Manoel Bandeira também serão banidos dos créditos das traduções&#8230; Mesmo que isso não ocorra, de qualquer forma o sumiço já perpetrado é mais do que suficiente para despertar uma imensa indignação entre as pessoas de bem que prezam a parca tradição cultural deste país, construída tão a duras penas.</p>
<p>O fato é tanto mais grave porque, aqui, não são práticas avulsas, motivadas por questões financeiras, de pequenas editoras desacreditadas, como a Martin Claret, e sim partem de uma empresa de grande porte com suposta credibilidade acumulada ao longo de décadas junto ao público brasileiro, a qual certamente se aproveitou de seu prestígio junto aos leitores de boa-fé para impingir como verdade fraudes da mais descabelada grosseria.</p>
<p>Assim, a nosso ver, seria da máxima e mais premente importância que a referida editora devolvesse o que é de direito a quem é de direito, apresentando os devidos créditos de tradução desses grandes clássicos, restituindo a verdade e tratando de recompor esse nosso patrimônio vilipendiado.</p>
<p>Além de dever restituir a verdade, num gesto de decência básica e fundamental, uma atitude pública da Nova Cultural, retratando-se de sua conduta, certamente ajudaria a coibir a continuidade dessa prática inominável e permitiria que a história e a memória da tradução literária neste país deixassem de ser tão brutalmente adulteradas.</p>
<p>Foi por isso que decidimos nos dirigir aos srs., pois temos a certeza de que estarão entre os primeiros a defender nosso patrimônio intelectual e o direito do leitor brasileiro e da sociedade em geral em ter um acesso livre, transparente e de boa qualidade à cultura universal.</p>
<p>Solicitamos seu apoio para obstar essa nefanda devastação em curso e contamos com sua divulgação de nosso protesto entre todos os meios, entidades e instituições culturais que estiverem ao seu alcance. Aproveitamos a oportunidade para convidá-los a visitar nosso blog, onde estão divulgadas essas notícias, e onde há um abaixo-assinado para adesão: <a href="http://assinado-tradutores.blogspot.com" rel="nofollow">http://assinado-tradutores.blogspot.com</a></p>
<p>Atenciosamente,<br />
Denise Bottmann<br />
<a href="mailto:dbottmann@uol.com.br">dbottmann@uol.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Estamos na Internet por Luiz Paulo Flôres</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2006/02/13/hello-world/#comment-15</link>
		<dc:creator>Luiz Paulo Flôres</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 00:04:48 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Senhor Presidente!
Sou Poeta e Escritor, Advogado e Pós_graduando em Filosofia, do Rio Grande do Sul, e nesta oportunidade gostaria de obter informações em relação e possibilidade de poder participar com associado desta renomada Academia, ou outra forma de participação.
Um Fraterno Abraço!
Luiz Paulo Flores                                   e-mail luizpauloflores@bol.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Senhor Presidente!<br />
Sou Poeta e Escritor, Advogado e Pós_graduando em Filosofia, do Rio Grande do Sul, e nesta oportunidade gostaria de obter informações em relação e possibilidade de poder participar com associado desta renomada Academia, ou outra forma de participação.<br />
Um Fraterno Abraço!<br />
Luiz Paulo Flores                                   e-mail <a href="mailto:luizpauloflores@bol.com.br">luizpauloflores@bol.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Grupo Rappa homenageará Waly Salomão por Daniel Souza</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2006/11/09/grupo-rappa-homenageara-waly-salomao/#comment-14</link>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 21:37:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.calheira.com.br/novaalj/2006/11/09/grupo-rappa-homenageara-waly-salomao-em-jequie/#comment-14</guid>
		<description>Estou no Rio de Janeiro preparando um grande  homenagem para o Waly Salomão em 2008 e gostaria de  contar com coloboração e o apoio da ALJ. Deixo meus contatos para maiores informações.

Daniel de Souza
21 99553446</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou no Rio de Janeiro preparando um grande  homenagem para o Waly Salomão em 2008 e gostaria de  contar com coloboração e o apoio da ALJ. Deixo meus contatos para maiores informações.</p>
<p>Daniel de Souza<br />
21 99553446</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário para Aniversário de Luís Cotrim. Uma rosa vermelha para você. por Dário Teixeira Cotrim</title>
		<link>http://www.alj.com.br/2007/10/19/aniversario-de-luis-cotrim-uma-rosa-vermelha-para-voce/#comment-13</link>
		<dc:creator>Dário Teixeira Cotrim</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 22:13:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.alj.com.br/2007/10/19/aniversario-de-luis-cotrim-uma-rosa-vermelha-para-voce/#comment-13</guid>
		<description>Prezado confrade Ivonildo Calheira,

Li com atenção seu comentário sobre o aniversário do ilustre acadêmico Luis Cotrim. O conheço bem, já estive em sua casa e falamos muito sobre as nossas famílias. Fico duplamente feliz, primeiro pelo aniversário do confrade Luis Cotrim e segundo por saber do amor e do carinho que todos vecês têm para com esta figura magistral que é o nosso Luis Cotrim.

Por oportuno gostaria que levasse ao Luis Cotrim o meu amplexo e dizer-lhe o quanto nós o admiramos. Aqui, em Montes Claros, estamos na luta com as letras e a história. 

Hoje eu faço parte da Academia Montes-clarense de Letras e sou sócio fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros. Sou também sócio fundador da Academia Guanambiense de Letras. Nasci em Guanambi -Bahia.

Um amplexo 
Dário Teixeira Cotrim</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado confrade Ivonildo Calheira,</p>
<p>Li com atenção seu comentário sobre o aniversário do ilustre acadêmico Luis Cotrim. O conheço bem, já estive em sua casa e falamos muito sobre as nossas famílias. Fico duplamente feliz, primeiro pelo aniversário do confrade Luis Cotrim e segundo por saber do amor e do carinho que todos vecês têm para com esta figura magistral que é o nosso Luis Cotrim.</p>
<p>Por oportuno gostaria que levasse ao Luis Cotrim o meu amplexo e dizer-lhe o quanto nós o admiramos. Aqui, em Montes Claros, estamos na luta com as letras e a história. </p>
<p>Hoje eu faço parte da Academia Montes-clarense de Letras e sou sócio fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros. Sou também sócio fundador da Academia Guanambiense de Letras. Nasci em Guanambi -Bahia.</p>
<p>Um amplexo<br />
Dário Teixeira Cotrim</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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